Tolerância

Posted in Letra, Opinião, Polêmica, Textos on February 15th, 2011 by Polaco – Be the first to comment

Outro dia li que o Alexandre Soares Silva tem mais tolerância com clichês escritos em inglês que com os em português. Também sou assim com letras de música.

Sou muito mais exigente com as letras em português. Em inglês pode-se cantar qualquer disparate, desde que a base instrumental, a melodia, o ritmo ou qualquer outra coisa me cative. Em português uma letra ridícula coloca a música inteira a perder. Ouvir disparates em português, pra mim, é demais.

Isso talvez explique o fato de eu ouvir música estrangeira (britânica e americana) 98% do tempo. Gosto de verdade de poucas bandas brasileiras e mesmo as que gosto são as que tomei gosto quando adolescente e o meu interesse por elas vem caindo mais que os seios da Suzana Vieira. Não lembro de nenhum artista nacional que tenha me chamado a atenção nos últimos tempos e a única música brasileira que adicionei no meu álbum nos últimos 18 meses foi Tão Suspeitos, da banda O Som Da Rua.

Um exemplo: ouvir qualquer disco dos Mutantes é um exercício de vergonha alheia pra mim. Reconheço que são excelentes músicos, são cults, “revolucionários” e tudo, mas as letras não descem. Dessa forma, acabo descartando-os da minha set list.

Como letrista brasieiro, gosto do Nando Reis e do Chico Amaral que compõe para o Skank. Do Renato Russo (mas analizando mais criticamente as letras dele acabo ficando um pouco decepcionado) e de algumas coisas do Cazuza. Dos Raimundos eu também gosto muito, pois tem um tipo de humor que ainda me agrada. O Chico Buarque é quase um Machado de Assis musical e o respeito bastante por isso. E só.

Ainda bem que não nasci na Inglaterra, pois senão provavelmente não teria saco de ouvir o Led Zeppelin e suas letras com um “baby” cada três palavras.

Pink Floyd Reunion – P.U.L.S.E.

Posted in Resenhas, Show BH on February 9th, 2011 by Polaco – Be the first to comment

Dia 04/02/2011 aconteceu um dos melhores shows que já presenciei em Belo Horizonte. O Pink Floyd Reunion, em formação de gala (como o próprio vocalista e guitarrista disse), retornando aos palcos em 2011. Eles subiram ao palco com nove músicos, incluindo um trio de backing vocals e um saxofonista, com a respeitável missão de apresentar o P.U.L.S.E. (melhor show de todos os tempos, na minha opinião) na íntegra.

E eles não estavam pra brincadeira. Começaram , naturamente, com “Shine On You Crazy Diamond”. Pena que o saxofonista entrou muito nervoso e errou o começo do solo, que é uma das partes mais bonitas e uma excelente adição feita pelo Pink Floyd nessa versão ao vivo. Mas depois que ele conseguiu se ouvir (o som do sax estava baixo), tudo correu bem.

Cada música era um deleite, um prazer para os ouvidos. Impressionante como a banda tem um enorme respeito pelo repertório do Pink Floyd, procurando reproduzir cada detalhe, cada nuance das músicas. Eles usam samplers para alguns efeitos, como em “On The Run/Time” e levaram até um talk box para o palco, para a música “What Do You Want From Me”. Alguns momentos são realmente impressionantes de tão iguais ao original, como o vocal da música “Coming Back To Life”, as backing vocals em “The Great Gig In The Sky”, o baixo em “Money”, a introdução de “Another Brick In The Wall”, a bateria em “Astronomy Domine” (inclusive o show teve direito a um solo de bateria, adição fora do roteiro original, mas bem vinda). Vale destacar o som do Studio Bar, que é o melhor das casas que frequento em BH.

Depois de finalizado o P.U.L.S.E., eles também tocaram outras músicas, como a excelente “Dogs”, mas infelizmente fui embora no início de “Run Like Hell” e perdi.

Quando o show é bom assim fica até difícil resenhar sem parecer puxa-saco, mas é sempre bom ver espetáculos com esse nível de qualidade, apresentado por pessoas que não tem infra-estrutura de gravadora apoiando. Minha nota é 10.

PS.: Eu gostaria muito de divulgar o nome de cada músico da banda, para prestigiar o excelente trabalho deles, mas infelizmente não pude encontrar essa informação nem no site oficial e nem o MySpace.

[Atualização]
O pessoal do Pink Floyd Reunion, mais uma vez demonstrando atenção e respeito ao seu público, respondeu meu e-mail com o link da resenha e me passou os nomes de cada integrante da banda. Segue abaixo a lista:

MARCELO CANAAN – guitarras, lap-steel, vocais
RAPHAEL ROCHA – teclados, sintetizadores, vocais
LUIZ CAMPOREZ – guitarras, violões, vocais
LUAM TOTTI – contrabaixo
FERNANDO NIGRO – bateria, percussão, vocais
LINO – sax alto
VIRGYNIA CORRADI – backing vocais e percussão
BABI TORQUETTI – backing vocais
MANU ANDRADE – backing vocais

Farei o possível para estar na inauguração do CIRCUS ROCK BAR!

Laranja Mecânica/Foo Fighters

Posted in Resenhas, Show BH, Textos on January 28th, 2011 by Polaco – Be the first to comment

Já tem um tempo que eu e alguns amigos clamamos por uma banda cover do Foo Fighters em Belo Horizonte. Já até pensamos em formar uma nós mesmos, o Foo Imundos, com músicas alternadas de Foo Fighters e Raimundos, mas o projeto; obviamente, não vingou.

E quarta eu vi que foi bom não ter ido pra frente mesmo, pois existem caras com muito mais competência fazendo a mesma coisa. Estou falando da banda Laranja Mecânica, que apresentou um tributo ao Foo Fighters no Jack Rock Bar.

O show já começou chutando bundas e me pegou no contra-pé, voltando do banheiro. Acelerei o passo, da maneira que dava na casa cheia (mas não insuportavelmente cheia como fica alguns dias), pra ouvir “Everlong”. Um amigo depois comentou que nunca abriria o show com essa música, no que concordei. Mas já deu pra perceber uma amostra da competência da banda. A performance foi enérgica, o que combina com o estilo do Foo Fighters.

O show continuou quebrando tudo, com “Best Of You” (nessa o vocalista se perdeu nos versos do meio), “Learn To Fly”, “My Hero” (dedicada ao baterista da banda Ca$h, que faleceu), “Breakout” e “Generator” (pedido meu). O vocalista e guitarrista, Kicko Campos, demonstrou muita empolgação, carisma e presença de palco. Cantou bem, com estilo próprio. Dava para perceber que ele lia algumas letras, o que pra mim não é problema, desde que ajude a melhorar a performance, mas um amigo ficou um pouco incomodado com o fato.

A banda é muito, muito boa e dá a imrpessão que ensaia muito. Existiram pequenos erros, mas de maneira geral tudo foi tocado com muita fidelidade e sem engasgos. Destaque especial pro baterista (não consegui encontrar o nome dele, shame on Google), que beira a perfeição nas batidas e nas viradas, tocando tudo com muita firmeza e fidelidade ao original. Arrisco dizer que é o melhor baterista que vi tocar nos pubs da vida.

Na metade do show, o Buchecha, vocalista e guitarrista do Aeroguns, fez uma participação especial em “The Pretender” e “All My Life”, duas músicas com partes gritadas no talo e o companheiro do Claudinho não deixou por menos. Gritou mais que o Dave Grohl na montanha russa.

Tudo lindo, todo mundo curtindo, mas teve (sempre tem) um porém: eles abriram exceção pra tocar músicas de outras bandas. Fiquei meio puto, pois sou mimado e não queria ouvir nada além de Foo Fighters naquela hora. Pelo menos eles mandaram “Rock And Roll”, que foi gravada pela banda mãe no dvd At Wembley e é uma puta duma música legal pra caralho. Tudo bem. O que eu não perdoo é eles tocarem “What A Wonderful World”, versão Ramones, atendendo a pedidos de uns adolescentes bêbados que surgiram do nada. E essa é a minha única reclamação sobre o show e por isso dou nota 9.

Nevermind

Posted in Resenhas, Show BH, Textos on January 27th, 2011 by Polaco – Be the first to comment

Citei, na resenha do show da Hora do Rush, a maldição do sósia (texto sobre isso em breve). Pois então. Ontem, no Jack Rock Bar, meu cérebro deu um nó quando vi o vocalista/guitarrista do Nevermind (banda cover do Nirvana). A cara dele deveria ser o focinho do Kurt Cobain mas, na verdade, ele é a cara do… Dave Mustaine do Megadeath! Muito estranho isso. O tempo todo fiquei esperando ele assumir sua verdadeira persona e cantar Train Of Consequences (minha música favorita do Megadeth, mas ninguém perguntou).

A banda começou morna, subiu ao palco sem falar nada, ajustou os instrumentos e começou a tocar meio displicente. Parecia até um ensaio. Isso me incomodou um pouco mas lembrei que o Nirvana era assim também, com esse estilo estou-angustiado-fazendo-beicinho-pro-universo-por-que-acabou-o-Toddy. Eles abriram o show com “Jesus Doesn’t Want Me for a Sunbeam”, registrada no Unplugged MTV, o que levou um amigo a perguntar se seria um show acústico. Não é uma boa música de abertura, na minha opinião, apesar de gostar dela.

Logo depois o clima esquentou com “In Bloom”, seguida de “Come As You Are” e foi o suficiente pra me atrair pra frente do palco. Eles são uma banda de poucas palavras, mas estavam entregando o que o público queria: rock alto e esporrento. Mas depois de um tempo o vocalista/guitarrista, Marco Diniz, se soltou um pouco e dialogou mais com o público. A voz dele parece muito com a do Kurt Cobain. Ele manda todos os berros com grande precisão. O baixista, Pablo Maia, balança a cabeça o tempo todo, muito empolgado com as músicas; o que é bom, pois não gosto de gente tocando apaticamente. E o baterista, João di Paula, é meu professor de bateria! Como hoje em dia ele toca jazz, fiquei achando que tava meio fora de forma do rock, errando algumas batidas e viradas e inventando complexidade onde não existia, mas não comprometeu. Um fato interessante é que no intervalo de algumas músicas eles faziam umas pequenas jams em estilo totalmente oposto ao do Nirvana, mostrando que são músicos variados.

O público era bastante jovem, meninos e meninas com cara de quem acabou de fazer o dever de casa de geografia e foi ver o show. Foi engraçado ver uns grunges de raiz, com camisa de flanela xadrez (vulgo camisa de lenhador), inclusive uma menina, que era a mais empolgada de todas e sabia cantar até as partes instrumentais das músicas.

Eles tocaram muitas músicas, desde grandes sucessos até outras menos conhecidas. Não lembro o set list completo, segue uma lista de algumas que me vêm na cabeça agora: “Smells Like Teen Spirit”, “Lithium”, “Polly”, “Drain You”, “About a Girl”, “You Know You’re Right”, “On A Plain”, “All Apologies”, “Rape Me”, “Lounge Act”, “Negative Creep”, “Sliver”, “Territorial Pissings”.

Show muito competente, bem tocado e intenso como eu esperava. Minha nota é 8.

Faith No More: Da água pro vinho

Posted in Alhos com bugalhos, Curiosidades, Opinião, Quem te viu quem te vê, Tira teima, Vergonha alheia on January 23rd, 2011 by Polaco – Be the first to comment

O Faith No More é uma das bandas clássicas da minha geração (me sinto meio pai de família escrevendo isso). Na época que eles estouraram na MTV eu não acompanhei; mas recentemente, “descobri” a banda e rapidamente adicionei-os à lista dos que sempre quero ouvir. Como sou um nerd da música, fui pesquisar mais sobre a banda e descobri que o Mike Patton não foi o vocalista desde o começo. Antes dele, o responsável pelos vocais era o Chuck Mosley. Fui então ouvir os álbuns gravados por ele e constatei que o sujeito é um dos piores cantores de todos os tempos. Eu não tinha ouvido alguém cantar tão mal assim desde o Superchunk.

Separei abaixo alguns trechos, alternando entre o Chuck Mosley, vocalista original, e o Mike Patton, o substituto. A diferença é brutal, ouçam:

E aí, também tiveram a impressão de estar indo do céu ao inferno musical? E o que mais me deixa consternado é que as músicas dos álbuns gravados pelo Mosley são muito boas na parte instrumental. Ele que coloca tudo a perder, mais ou menos como acontece com o Charlie Brown Jr, que também tem músicos muito bons e um vocalista (e, principalmente, letrista) medíocre.

Para os curiosos, segue abaixo a lista de músicas das quais os trechos foram selecionados:

1 – Mark Bowen, do álbum We Care A Lot.
2 – Surprise! You’re Dead!, do álbum The Real Thing.
3 – Rn’R, do álbum Introduce Yourself.
4 – Kindergarten, do álbum Angel Dust.
5 – As The Worm Turns, do álbum We Care A Lot.
6 – The Last To Know, do álbum King For A Day Fool For A Lifetime.
7 – We Care A Lot, do álbum homônimo.
8 – Ashes To Ashes, do álbum Album Of The Year.

Hora do Rush

Posted in Resenhas, Show BH on January 21st, 2011 by Polaco – Be the first to comment

Essa semana, 19/01/2011, teve show da banda Hora do Rush (o site deles é desatualizado, como o guitarrista frisou em vários momentos) no Jack Rock Bar, aqui em Belo Horizonte.

Apesar de ser numa quarta-feira, dia um tanto ruim pra sair à noite, fiquei curioso pra conferir, pois gosto muito de Rush e também pra ver se os caras conseguem segurar a onda de tocar as músicas de uma banda tão técnica e com fãs tão ardorosos.

Quando as luzes se acenderam o guitarrista, Luciano Augusto, começou a gritar o nome da banda e perguntou se a gente conhecia um cara chamado MacGyver. Era só a primeira das muitas piadinhas da noite e “Tom Sawyer”, maior hit do Rush, logo de cara, abrindo os trabalhos. Curiosamente o único show do Rush que já vi em que eles abrem com “Tom Sawyer” é o do dvd Rush In Rio.

A abertura é o cartão de visitas da banda, mas percebi um certo nervosismo da parte do baterista, Pedro Albanez, (que tinha a enorme responsabilidade de encarnar o heroi Neil Peart) e do baixista e vocalista, Leonardo Fox, que, por sinal, é a cara do Geddy Lee. Ele é a personificação da Maldição do Sósia, sobre a qual escreverei mais pra frente. Achei a versão meia-boca.

Na sequência eles tocaram “Limelight”, que ficou muito boa. Comecei a ficar animado e entrar no clima do show. Depois veio “Freewill”, muito bem tocada também e, no final dela, alguém lá de trás pediu “The Trees”. Fiquei surpreso pois a banda atendeu prontamente ao pedido. Sempre gosto de ir a show de banda que eu me garanto, ou seja, que eu sei que vou conhecer todas as músicas e o Rush é uma delas. Só que nessa hora eles atingiram o meu ponto fraco, que são algumas músicas progressivas-e-hippies-e-longas-e-arrastadas-demais-pro-meu-gosto. Aproveitei pra ir ao banheiro e lá encontrei dois amigos, conversei um pouco, peguei uma pizza no cone e voltei a tempo de acompanhar os 5 minutos finais da chatinha “Xanadu”. Essa brincadeira deve ter durado uns vinte minutos.

Mas também já fui chegando e pedindo “Subdivisions”, no que também fui prontamente atendido. Confesso que um dos motivos de eu ter saído de casa foi pra ouvir essa música, que é uma das minhas preferidas. Pena que o teclado estava alto demais, o que deixou o som embolado, e não pude ouvir muito bem a bateria, que é maravilhosa nessa faixa. Mas também já estava me incomodando o nervosismo do baterista, que às vezes fazia cara de pânico momentos antes de uma virada muito técnica e acabava fazendo fora do tempo. Eu achei ele um tanto desajeitado e deixou a baqueta cair duas vezes, além errar o tempo e fazer cara de choro o show inteiro. Passou a impressão de que tocar bateria é uma tarefa penosa. Não se pode dizer que ele não estava se esforçando, o que não quer dizer muita coisa, pois se sou eu sentado no banco da bateria, mesmo sem saber tocar nenhuma música, saberia me esforçar tão bem ou melhor que ele. Quer ser o Neil Peart? Se garanta, meu amigo!

Já o guitarrista é o extremo oposto dele. Relaxado e brincalhão, parecia zombar da minha cara ao tocar todas as músicas com facilidade e um sorriso no rosto. Fez várias piadinhas, algumas muito boas, como “aqui temos um nariz cover do Geddy Lee” em referência ao nariz do baixista da banda, que realmente tem o nariz igualzinho ao do frontman original do Rush. Ele toca com muita segurança e é bastante fiel ao Alex Lifeson nos timbres de guitarra. Ele é confiante até quando erra e isso tranquiliza quem espera uma apresentação mais técnica. O único porém foi um solo que ele fez no final de “Bravado”, altíssimo, agudíssimo, longuíssimo e chatíssimo.

Um fato curioso é o clima de amizade entre ele e o baixista, sempre interagindo, brincando e se comunicando no palco, o que também ocorre na banda mãe. Geddy e Alex são os velhos amigos e o Neil é o eterno novato, como podemos ver no documentário Rush Beyond the Lighted Stage (link em inglês).

O baixista e vocalista é correto no baixo e no teclado e consegue atingir os agudos do original. Desafina em algumas partes e sua voz estava um tanto baixa em algumas músicas, mas na maioria das vezes ele conseguia um timbre muito fiel ao do Geddy Lee no vocal.

O público me surpreendeu pela quantidade, pois achei que estaria bem mais vazio na hora do show deles. Belo Horizonte novamente provando que tem um bom público pra shows de rock. Foi interessante ver caras realmente fãs, acompanhando todas as músicas com atenção e cabeça balançante.

Eles ainda tocaram “The Spirit Of Radio”, “La Villa Strangiato”, “Closer To The Heart” e “Far Cry”. Fui embora no início de “2112″, que é uma música de 20 minutos e já estava bem tarde. Se fosse uma sexta ou um sábado eu certamente ficaria até o final, mas não pude. O show valeu a pena, apesar dos altos e baixos (alguns nem são culpa da banda, e sim da casa, como o som embolado em alguns momentos) e minha nota pro show é 7.

Mashup que eu gostaria de ter feito

Posted in Mashup, Vídeos on September 15th, 2010 by Polaco – 1 Comment

Qual é a música? #1

Posted in Qual é a música on August 13th, 2010 by Polaco – 2 Comments

Quero ver quem acerta nos comentários!

Crédito da imagem: Leo.

Para quem escuta…

Posted in Audisom on June 8th, 2010 by Leo – 2 Comments

…mas não entende bem as palavras.

E essa nova seção do blog diz respeito a isso em música. Não entendeu? Segue o raciocínio.

Para dar início à seção, chego com um clássico: Noite do prazer, de Cláudio Zoli.

Na madrugada a vitrola
Rolando um blues
Tocando B.B.King sem parar

Pronto. Esse “tocando B.B.King sem parar” já confundiu muita gente. E o que a galera ouvia antes do Audisom era:

Na madrugada a vitrola
Rolando um blues
Trocando de biquini sem parar

Fala sério!? Parece, né?!

Se você tem alguma sugestão pra esta seção, manda pra gente, nos comentários ou via e-mail (tocmusicalescuta@gmail.com)!

Eu na música

Posted in Eu na música on June 7th, 2010 by Leo – 1 Comment

Fala galere!

Tô de volta com outra seção nova: EU NA MÚSICA. Seção pretensiosa, hein? Eu poderia dizer que essa seção se trata de METER O NARIZ ONDE NÃO FUI CHAMADO.

Explico: nada mais é do que alterações que faço em músicas gravadas.

Nesse primeiro post, coloquei 2 vozes a mais nas partes onde é cantado “one day we’re gonna get so high” (música High do Lighthouse Family). Coisa simples.

Vou tentar me inspirar mais da próxima :)